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Isla Providencia y Santa Catalina

Que San Andres é lindo não é novidade. Mas Providência e Santa Catalina… Dios mio!
Providência é uma das ilhas que pertence ao mesmo arquipélogo de San Andres. Fica coladinha em outra ilha, Santa Catalina. Elas não tem o mesmo tamanho de San Andres, são beeeem menores, também não tem tanto comércio, também não tem muitas formas de acesso, mas San Andres não tem nem de perto o charme dessas pequenas, ahhh não tem!

Vista aérea de Providência | Foto: Bianca Santos

Vista aérea de Providência | Foto: Bianca Santos

A única forma de chegar em Providência é partindo de San Andres, seja de avião (mais pra teco teco do que pra avião) ou catamarã. Li por aí que o mais legal é ir de avião e retornar de catamarã devido a alguns fatores como a corrente marítima, que deixa a ida pra ilha bem nauseante.
Comprei a passagem de avião através do chat da empresa Satena. Pesquisando no Google, dizia que só esta empresa que faz a rota de avião, mas no aeroporto vi um outro, específico da rede super chique de hotéis Decameron. Paguei 236000 pesos colombianos via cartão de crédito, o que na época deu R$ 280,00 na fatura. Deixei pra comprar a volta de catamarã já em San Andres, mas, big mistake… deixei pra ir atrás da passagem um dia antes de ir pra Providência, e não tinha mais passagem de volta no catamarã no dia que eu precisava, apenas no dia do meu retorno ao Brasil. O valor estava 180000 pesos para apenas um trecho e 30000 para ida e volta. Bueno, me restou tentar a volta de avião. Também não tinha lugar na data que eu havia planejado, apenas para o dia seguinte. Como não tinha opção, beleza. Mais 236000 pesitos, também no cartão e rezando pra baixar o dólar!
Na real, com a vista do avião e o tempo curtíssimo de 20 minutos de viagem (de catamarã são 4 horas), eu até que não achei de todo ruim toda a treta da passagem de volta não. Vou nem falar nada, só observa essa vista!

Vista aérea de Providência | Foto: Bianca Santos

Vista aérea de Providência | Foto: Bianca Santos

O aeroporto é minúsculo, não tem nada de comércio. Apenas desce do avião, mostra passaporte e tarjeta de turismo (É comprada no aeroporto de Bogotá, e é obrigatória para entrar em San Andres. Custa 104000 pesos), pega a bagagem e adiós.
Solicitei o transfer digratis do hostel, e quando cheguei o moço já estava lá me aguardando de moto. Capacete? Pra quê?
O hostel é increhible, se chama Posada Lia! No meu quarto não tinha cozinha, mas vi que alguns tem. Quarto grande, com ar condicionado sem limitação de horário para utilização, frigobar e TV a cabo. Só o wifi que deixou a desejar, porque no quarto que eu fiquei não chegava o sinal. But that’s ok, dia todo na praia, e ainda tinha dois livros pra terminar de ler. Recomendo de coração que fiquem neste hostel, as pessoas são muito solícitas. O moço que me buscou no aeroporto veio o caminho todo me explicando sobre a ilha, falando de lugares para ir e dizendo que eu vou querer voltar muitas vezes (já quero!). Já no hostel, a moça da recepção foi até a entrada da ilha de Santa Catalina comigo, também falando sobre o lugar e explicando como acessar a praia mais próxima. Um amor! Não quero ser injusta, mas tenho que comentar que o povo de San Andres tem muito a aprender com o pessoal de Providencia e Santa Catalina no que diz respeito a educação e simpatia. Ou eu que sou muito azarada e só encontrei gente chata por lá.

Logo na chegada, fui à praia mais próxima, a praia Fort Bay em Santa Catalina. Haja fôlego pra chegar lá. Precisa dar a volta em parte da ilha, subir uma escadaria que leva até a estátua de Santa Catalina, descer outra escadaria (as duas imensaaaas), aí tcharaaaam! Praia! É bem pequena, coisa de 50 metros de extensão, e por ali também se tem acesso à caverna onde a celebridade local, o pirata Henry Morgan teria escondido alguns de seus tesouros. Lá temos um autentico pirata do Caribe! Rááá!

Fort Bay | Foto: Bianca Santos

Fort Bay | Foto: Bianca Santos

Em Fort Bay tem um único bar, Welcome to Paradise, com dois moços que cuidam da praia como se fosse uma casa. Impecável! Lá eles vendem apenas bebidas locais, o Coco loco, Piña Colada, e o que eu bebi por indicação do Carlos, invenção do próprio, e se chama Carlos Special! haha Ele monta o drink dentro de um côco, e não lembro o que ele coloca. Só lembro que ele falou em vodka e cereja. Lembrei beeem da vodka depois que bebi o drink e resolvi levantar pra tirar uma foto. Geeente, que troço forte! De qualquer forma, recomendo o Carlos Special, só vá com calma!

Bar em Fort Bay | Foto: Bianca Santos

Bar em Fort Bay | Foto: Bianca Santos

O “centro” de providência é uma graça. Tem uma praça, e o comércio é todo ali. Em todas as praças tem pontos de wifi, e por isso é comum as praças estarem sempre com bastante gente.

O transporte na ilha é feito de  moto táxi, que custa 4000 ou 5000 pesos, depende do motora. E você está com uma segunda pessoa? Não tem problema, dá uma apertadinha que cabe todo mundo na moto! Tem alguns poucos carros que fazem o serviço de transfer, mas enquanto a moto é 5000, o carro é 20000.

Fiz um tour de lancha ao redor da ilha que passa por várias praias, como a praia Manzanillo e vai até Cayo Cangrejo, que é o local mais famoso da ilha.

Manzanillo é onde tem o bar mais famoso, o Roland’s Bar. Lá rola muito reggae, cerveja, comidinhas, e à noite rolam otras cositas más también!

Playa Manzanillo | Foto: Bianca Santos

Playa Manzanillo | Foto: Bianca Santos

E o lugar mais fantástico de todos, Cayo Cangrejo! É  uma ilhota, não tem faixa de areia, apenas um deck com um pequeno bar. A entrada para estrangeiros é 18000 pesos, e para colombianos é 10000. O lance lá é curtir a vista incrível e fazer snorkel. Dei a volta na ilha com o apoio do guia do tour, foi um sufoco, mas valeu a pena. Uma infinidade de peixes coloridos, tartarugas, corais, e até lagosta!

Chegando a Cayo Cangrejo | Foto: Bianca Santos

Chegando a Cayo Cangrejo | Foto: Bianca Santos

Também tem um ponto onde é possível ter uma visão 360° do entorno da ilha.

Vista do topo em Cayo Cangrejo | Foto: Bianca Santos

Vista do topo em Cayo Cangrejo | Foto: Bianca Santos

Com o aumento desenfreado do turismo, estão fechando o cerco e aumentando os preços das taxas e passagens para visitar Providência. Apesar desta natureza maravilhosa, a estrutura tanto em San Andres quanto em Providencia é precária. Em alguns pontos parece uma cidade abandonada. Por isso, é sempre bom lembrar que também é responsabilidade nossa, viajantes, cuidar desses cantinhos por onde passamos.

Qualquer dúvida é só chamar! <3

San Andres

San Andres é um daqueles lugares dos sonhos de muitos viajantes. Lá tem aquelas praias que quando você vê, a única reação possível é “puta que me pariu que que é isso?” e que são tão lindas que dá vontade de dar um abraço e um beijo nelas. Caribão né, minha gente!IMG_2006

Estive lá em março de 2017 e fiquei na ponta norte da ilha, próximo à praia do centro, a Spratt Bight. É a praia mais movimentada e, portanto, com mais comércio (essa da foto acima).
A praia, apesar de ter muita gente, é uma tranquilidade só. Não tem aquela penca de vendedores ambulantes. No máximo alguém oferecendo drinks (Coco Loco, experimentem!) e manga com sal (!). Na verdade eu até senti falta de alguém vendendo cerveja, viu! Para comprar ceva, só nas lojas da beira da praia, que são tipo loja de conveniência. A vantagem disso é que a variedade é grande e o preço é o mesmo dos mercados, ou seja, bem barato.
É super segura. Como tem muita gente, muitos turistas, não me senti receosa de deixar minhas coisas solas na areia para entrar no mar.
O mar é lindo, várias cores mesmo, a temperatura maravilhosa. Nem gelada, nem parecendo (desculpa!) mijo.
A ilha não é assim gigante, mas também não tem como ir de um lugar a outro a pé. De onde eu estava hospedada, só era próxima a praia do centro mesmo, e as mil opções de freeshop. No mais, a galera aluga carro de golfe ou moto para conhecer. Como eu não dirijo, fiquei só por ali.
Coco loco | Foto: Bianca Santos

Não sou do tipo que gosta de tours e passar o dia inteiro correndo pra lá e pra cá, mas para conhecer as ilhas não tem como fugir disso. Fui ao Acuario e Johnny Cay, que queria muuuuito conhecer, em um tour que leva às ilhas. O tour sai por 25000 pesos, e pode ser comprado direto no local de onde saem os barcos, em hostels e hotéis, ou na praia de Spratt Bight mesmo, tem uma casa amarela na areia, onde vendem vários tours diferentes. A viagem de lancha até Acuario é super tranquila, cerca de 15 minutos. Já de Acuario até Johnny Cay é mais tensa, tem dias em que o mar está tão bravo que a ilha fica fechada para visitação.

Acuario é demais. Não tem assim tanto peixe na verdade, e dizem que está diminuindo cada vez mais :(. Mas a praia é realmente encantadora. De lá, dá pra ir até a ilha ao lado, a Cayo Haynes. Entre as duas o trânsito é a pé, pela água, com água no máximo até a cintura. Ambas as ilhas tem pouca estrutura, até por não ter espaço físico para isso, então sai um pouco caro passar o dia inteiro lá se quiser comer e beber. Uma cerveja custou 6000 pesos, ou R$ 7,50.
Cayo Acuario | Foto: Bianca Santos

Johnny Cay tem a água bem mais agitada, não é aquela piscininha como Spratt Bright e Acuario. Ao entrar na ilha você paga 5000 pesos de taxa de preservação ambiental. Justíssimo. O mar tem um tom de azul mais escuro, lindo demais! O que eu achei ruim é que só dá para tomar banho em um dos lados da ilha, e é o mesmo lado onde estão todos os barcos de tours, então não sobra tanto espaço para pessoas na água. Até tem umas piscinas naturais do lado oposto, mas é aquela coisa de 10 cm de altura a água, só dá pra molhar o tornozelo.
O diferente desta ilha é que a visita não se resume à praia. Tem muitas árvores, iguanas imensas e o famoso lagarto azul. É um lugar delícia para estender a canga na grama e ler um livro.


Diferente do Acuario, Johnny Cay tem muitas barracas de comidas e bebidas, e até uma barraquinha de cangas, chapéus e essas coisas. A comida não é cara não, 25000 pesos por um prato imenso. Arroz de côco, salada, e ou um peixe INTEIRO, ou postas enormes, ou dois pedaços de frango à milanesa (coxa + sobrecoxa vezes 2!). Não quis comer porque não tinha fome para toda aquela comida, e não dava para embalar para a viagem hehe

Johnny Cay | Foto: Bianca Santos

Hospedagem

Me hospedei no El viajero Hostel. É um hostel bem conceituado, bem localizado, e com um bom custo benefício. O hostel é bem grande, staff queridíssimo, nada a reclamar nesse quesito. É um hostel movimentado, tem um bar no terraço e aulas de dança, então se está em busca de paz e sossego, fuja que dá tempo! Para quarto compartilhado foi o melhor valor que encontrei na época, cerca de R$ 65 para dividir com outras 7 meninas. Os pontos negativos do hostel são o Wi-fi, que ficou vários dias sem funcionar, e o ar condicionado que só pode ser ligado à noite, e quem controla temperatura e talz são os funcionários, que ficam com todos os controles.

Vista do Hostel | Foto: Bianca Santos
Spoiler sobre Providência: O valor de um quarto dividido entre 8 meninas em San Andres é maior do que um quarto individual com frigobar, ar condicionado sem limitação de tempo de uso e TV a cabo.

Curiosidades da ilha:
– Os hostels e hotéis te dão uma pulseira de identificação na chegada, e você precisa permanecer com ela até ir embora
– Não rola água quente no chuveiro, apenas em hotéis mais granfinos
– O comércio fecha às 13h e reabre às 15h
– o Wi-fi da rua é melhor do que os dos estabelecimentos comerciais (aliás, toda a colômbia tem wi-fi na rua!)
– Os locais falam entre eles o idioma Criolo. É uma espécie de inglês super enrolado, impossível de entender.

Vale a pena levar
Produtos de higiene pessoal comuns: Melhor levar do Brasil. Só vale comprar lá se for algo importado, aí você cata nos freeshop por um preço mais em conta que aqui, certamente.
Protetor solar: Lá não é tão barato assim como se diz por aí pela internet. Tá o mesmo valor que no Brasil, pra mais.
Repelente: Principalmente se for até providência. Lá tem mais mosquitos do que em San Andres.
Biquinis: Os modelos são feios, e o preço não é convidativo.

É mais barato comprar lá
Sapatilhas de neoprene: São extremamente necessárias para entrar no mar, e lá tem em todo lugar pra vender, por cerca de R$ 15.
Lenço pro cabelo, chapéus, ou outra coisa que segure a cabeleira: Porque venta bastante e lá são baratinhos, chapéu por R$ 15.
Canga: mas não com a mesma qualidade das brasileiras

Vale a pena trazer
Bebidas: Tem muita coisa do tipo 3 por valor X que valem muito. Uma absolut que está R$ 80,00 aqui, sai por R$ 50,00 lá.
Perfumes: Freeshops né, tem de tudo e por preços bons.
Chocolates gigantes: Esses porque aqui não tem mesmo. E são lindos!
Pringles. Eu que nem gosto muito quase surtei com os valores. Tipo R$ 8 o grande.

 

Por enquanto é só, e voltaremos com a cereja do bolo desta viagem, a Ilha Providência!

Itacoatiara – Niterói #2

No post anterior falamos da lindeza que é Niterói e do quanto vale a pena visitar Itacoatiara, e agora vamos falar sobre hospedagem e transporte.

Fiquei em um Bed and Breakfast super justo, o ItaquaHouse. Paguei R$ 60,00 a diária e se não me engano foi o mais barato que encontrei lá. Fica a duas quadras da praia, e é administrado por um casal super simpático. Tem uma piscina maravilhosa, um espaço comum delícia, e algo que fez toda a diferença pra mim: água filtrada geladinha e digrátis! Outro lance que achei massa é que eles deixam umas toalhas disponíveis perto da piscina para que a galera se seque antes de entrar na casa. Não tem desculpa pra fazer bagunça na casa alheia, viu! Eles vendem também drinks e outras bebidas a preços super em conta.

ItaquaHouse | Foto: Bianca Santos

O que eu acho importante levar, para não ter maiores problemas:
– Protetor, protetor e protetor
– Repelente
– Garrafinha para água, já que eles oferecem a água free
– Se quiser entrar no mar, leve um salva vidas também
– Várias toalhas, porque você vai ficar num entra e sai da água o dia todo (se estiver hospedada em um local com piscina, e/ou se levar o salva vidas)

Gostou? Então agora vou contar como chegar lá.

Cheguei pelo aeroporto Santos Dummond, então foi relativamente mais fácil.

Sai do desembarque e vai fazendo a volta no aeroporto pela direita até chegar no terminal das barcas. Dá uns 15/20 minutos de caminhada até o terminal. Vai perguntando no caminho como chegar até o terminal, porque vendo pelo caminho do Google Maps é mais longe. Os locais vão te dar os atalhos 😀
A passagem é R$ 5,60 e a travessia dura cerca de 20 minutos. Chegando em Niterói, já estará na avenida onde passa a maioria dos ônibus, entre eles o bus que vai pra Itacoatiara. A linha que não tem erro é a 38, que sai do terminal João Goulart. Esse terminal fica próximo ao local onde você vai descer da barca. Sai da barca, pega e esquerda e vai. Você vai enxergar logo um monte de busão, aí é só encontrar o 38 e bora pra Itacoa!

Eu fui de Uber porque estava muuuuuuito calor e a mochila pesada. Deu R$ 43,00 a corrida (é bem longe do centro), e o motora ainda parou o carro para que eu pudesse tirar fotos da paisagem. <3

Na volta, fui de busão, e a passagem estava R$ 3,80 se não me engano.

Lembrando que eu fiz esses trajetos sempre durante o dia, então fiquei de boas em relação à segurança. À noite, creio que a melhor opção seja pegar um Uber até a rodoviária novo rio e de lá um bus pra Niterói.

Ficou com alguma dúvida? Tem alguma contribuição para melhorar o post e ajudar mais mochileiras? Avisa a gente! 😀

Itacoatiara – Niterói

Vivo uma relação de amor e ódio com o Rio de Janeiro. Das quatro vezes em que visitei a cidade, em duas delas estava chovendo. A cidade é linda, mas o mar é ruim. Já explico. O clima de praia me agrada e com o calor que faz no RJ, não há quem ache desnecessário um banho de mar. Aí a Bianca não sabe nadar. Aí ela toma um capote logo que coloca o pé na água. Aí ela finge que nada aconteceu e resolve que vai se refrescar é no chuveiro da barraquinha.

Morando em Porto Alegre, não existem muitas opções econômicas e baratas para voos de final de semana. Em suma, rola promoção pra SP, RJ E PR. Apesar da relação amor e ódio que citei acima, o lugar pra onde eu sempre volto é qual? Sim. Riiiiio!

Desta vez, resolvi que largaria o circuito Copacabana e Ipanema, e iria me aventurar em outras praias. Búzios? Arraial do cabo? Angra? Nada cabe nesse bolso aqui, sem contar o tempo perdido no deslocamento (pq eu só tenho o findi!). Vai para o mapa e vai buscando opções que talvez não sejam aquelas badaladas e conhecidas, mas que tenham o que eu preciso: mar e sossego. Niterói. Itacoatiara. Vejo fotos. 40km do aeroporto. Ok, estou convencida.

Olha essa praia, gente!

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Praia de Itacoatiara | Foto: Bianca Santos

Itacoatiara é uma praia dentro de um bairro fechado. Isso porque só existe uma entrada, e existe um posto policial nessa entrada. É super seguro, tem uns guardinhas em toda (ou quase toda) esquina.

O comércio é fraco, tem os bares a beira mar, uma sorveteria, um sushi e uma casa de sucos e hambúrgueres. Tudo na mesma esquina! Pra mim foi ok, mas senti um pouco de falta de um mercadinho pra ir a pé. O mercado mais próximo é fora do bairro, e é uma certa pernadinha pra ir caminhando. Naquele calor eu admito que não encarei.

O marzão

Pra não quebrar o karma, o mar estava bravo que não deu coragem de entrar. Itacoatiara é uma praia para surfistas, onde inclusive rolam campeonatos de surf. O mar é bem temperamental. Vi vídeos onde parecia Caribe com toda sua transparência e calmaria, e outros em que o mar subiu tanto que tiveram que fechar a praia. Peguei o meio termo, mas novamente, como não sei nadar, não quis arriscar. Apesar disso, é uma delicia ficar na beira curtindo o clima, vendo aquele marzão lindo de viver.

Praia de Itacoatiara | Foto: Bianca Santos

Praia de Itacoatiara | Foto: Bianca Santos

Passei a manhã na praia, na sombra das árvores bem de boas. Eis que uma criança que estava próxima aparece com um sanduíche imenso! Bateu a fome instantaneamente e fiquei de olho nos ambulantes pra comprar o meu também. Gente, que coisa maravilhosa! Sanduba super recheado com frango, cenoura, azeitona e ovo de codorna por 8 pilas. Por mais 2, leva um copo geladinho de mate. Aí no hostel descobri que o sanduíche é famoso na praia, mas o original é vendido pelos ambulantes de azul ou amarelo. Outros são pura imitação.

Sanduba típico de Itacoa | Foto: Bianca Santos

Sanduba típico de Itacoa | Foto: Bianca Santos

Também se convenceu a conhecer Itacoatiara? No próximo post teremos dica de hospedagem e as formas mais fáceis de chegar até lá!

 

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